
Haus in Marina Phillipi in Lagoa da Conceição
R$ 7.950.000

Unter den celebridades que velejam, há quem tenha atravessado o Atlântico, disputado medalhas olímpicas e até trocado uma carreira na televisão pela vida a bordo. Morgan Freeman aprendeu a navegar antes de se tornar um dos grandes nomes de Hollywood. Martine Grael cresceu entre barcos e chegou ao topo do esporte mundial. Já Max Fercondini encontrou no veleiro uma maneira completamente diferente de conhecer o mundo.
A vela também conquistou Kate Middleton, Jeremy Irons e Zac Efron, cada um por caminhos particulares. Mais recentemente, Hugh Jackman e Ryan Reynolds levaram sua rivalidade do cinema para os catamarãs de alta velocidade do SailGP.
O interesse de tantas personalidades pelo esporte revela um encanto que vai além das paisagens. Velejar exige conhecimento, atenção e disposição para lidar com a natureza. Em troca, oferece algo difícil de encontrar em agendas movimentadas: horas em que o vento determina o ritmo e o horizonte concentra toda a atenção.
Em Florianópolis, essa relação com o mar também faz parte da vida. Da Lagoa da Conceição às águas de Jurerê e da Baía Norte, a ilha reúne uma tradição náutica que permite transformar a paixão pela vela em um hábito, com o barco perto de casa e a próxima saída sempre no horizonte.



Morgan Freeman começou a velejar em 1967, durante uma visita a amigos em Vermont, nos Estados Unidos. A primeira experiência esteve longe de ser elegante: sem saber conduzir o barco, passou boa parte do passeio tentando se desvencilhar de árvores e bancos de areia.
Ainda assim, saiu daquela aventura decidido a continuar.
Três anos depois, comprou seu primeiro veleiro, uma embarcação de 28 pés. Freeman nunca havia feito aulas formais de vela e decidiu estudar navegação astronômica por conta própria, aprendendo a orientar-se pela posição dos astros.
A dedicação o levou a navegar por Maine, Bermudas e Nova Escócia. Em 1986, enquanto sua carreira no cinema ganhava projeção, o ator já sonhava com viagens mais longas pelo Mediterrâneo e pela América do Sul.
O contraste é fascinante: um homem que passava os dias interpretando personagens e, nas horas livres, desejava assumir o comando do próprio barco.
Sua história com a navegação foi registrada em uma entrevista ao The Washington Post, publicada em 1986. Décadas depois, continua sendo um dos exemplos mais conhecidos de uma paixão genuína pela vela.



Para Martine Grael, a vela faz parte da história de família. Filha de Torben Grael, um dos maiores nomes do esporte brasileiro, cresceu cercada por embarcações e competições. Entretanto, construiu uma trajetória que dispensa apresentações pelo sobrenome.
Ao lado de Kahena Kunze, conquistou o ouro olímpico na classe 49erFX nos Jogos do Rio de Janeiro, em 2016, e de Tóquio, realizados em 2021.
A parceria exigia sintonia absoluta. Em um barco pequeno e veloz, cada movimento influencia o equilíbrio, a direção e a velocidade. O resultado foi uma das duplas mais bem-sucedidas da história recente da vela brasileira.
Martine também decidiu explorar outra dimensão do esporte: os catamarãs F50 do SailGP, capazes de atingir velocidades muito superiores às dos barcos olímpicos tradicionais.
Em 2025, tornou-se a primeira mulher a comandar um F50 na competição, à frente da equipe brasileira. Sua passagem pelo time terminou em setembro de 2026. Poucos dias depois, porém, ela voltou à água como piloto da equipe dos Estados Unidos na etapa de Genebra, em uma participação específica para o evento.
Na ocasião, dividiu a embarcação com Anna Weis, formando a primeira dupla de mulheres a competir no mesmo F50 no SailGP.
A história de Martine tem a força de quem conhece o mar desde a infância e continua procurando novos desafios. Entre medalhas, regatas e barcos de alta tecnologia, a vela permanece no centro de sua vida.


A relação de Kate Middleton com a vela ganhou destaque internacional em agosto de 2019, durante a King’s Cup, na Ilha de Wight, no sul da Inglaterra.
Na regata, Kate e o príncipe William comandaram embarcações diferentes em uma disputa organizada para dar visibilidade a oito instituições beneficentes.
A competição teve o cenário clássico da tradição náutica britânica: barcos alinhados para a largada, tripulações trabalhando em conjunto e uma costa conhecida por sua longa história com a navegação.
Kate participou ativamente da disputa, demonstrando familiaridade com a dinâmica de uma regata. E a experiência mostrou uma faceta esportiva da princesa que costuma aparecer também em outras atividades ao ar livre.
A vela ocupa um lugar especial na cultura britânica, tanto como esporte quanto como tradição familiar. Nesse ambiente, a King’s Cup reuniu competição, convivência e compromisso social em um mesmo evento.
Para Kate, foi mais uma oportunidade de trocar os compromissos institucionais por uma atividade que exige concentração e participação direta.


Hugh Jackman e Ryan Reynolds transformaram sua conhecida rivalidade bem-humorada em uma disputa sobre a água.
Em junho de 2025, os atores se tornaram coproprietários da equipe australiana BONDS Flying Roos, participante do SailGP. O envolvimento aproximou os dois de uma das modalidades mais espetaculares da vela contemporânea.
Os catamarãs F50 utilizam hidrofólios que permitem elevar os cascos acima da água, reduzindo o arrasto e alcançando velocidades impressionantes.
Em setembro de 2026, os atores finalmente experimentaram essa tecnologia em Valência, na Espanha.
Jackman embarcou no F50 australiano, enquanto Reynolds integrou a tripulação canadense NorthStar. Os capacetes personalizados faziam referência a Wolverine e Deadpool, acrescentando uma dose de humor à competição.
Reynolds venceu o confronto.
A disputa durou pouco, mas rendeu uma imagem memorável: dois astros de Hollywood em embarcações de alta performance, com o Mediterrâneo como cenário.
É uma relação diferente daquela de velejadores que passaram décadas realizando travessias. Ainda assim, a participação dos atores evidencia como o SailGP vem aproximando a vela de públicos interessados em tecnologia, esporte e entretenimento.



Max Fercondini levou a paixão por viajar a um nível pouco convencional: decidiu morar a bordo de um veleiro.
Depois de construir uma carreira como ator e apresentador, passou a dedicar mais tempo a expedições e projetos pessoais. O mar se tornou parte central dessa escolha.
Com o projeto Sobre as Ondas, navegou pelo Mediterrâneo, conhecendo comunidades, paisagens e histórias que dificilmente caberiam em um roteiro tradicional.
A vida a bordo, porém, também exige disciplina. É preciso acompanhar as previsões meteorológicas, planejar abastecimentos, cuidar da manutenção e adaptar a rotina às condições da navegação.
Fercondini experimentou de perto esse lado exigente do mar. Em uma travessia do Atlântico, relatou ter enfrentado ondas de aproximadamente seis metros.
Ainda assim, continuou navegando.
Sua trajetória chama atenção porque a embarcação deixou de ser um programa de férias. Tornou-se casa, transporte e ponto de partida para novas experiências.
Entre as celebridades brasileiras ligadas à vela, Fercondini representa uma escolha de vida particularmente interessante: reduzir a distância entre o desejo de viajar e a liberdade de partir.


Jeremy Irons aprendeu a velejar aos cinco anos. Desde então, manteve o esporte como parte de sua vida, mesmo durante os períodos mais intensos da carreira no cinema e no teatro.
Em 2001, decidiu enfrentar um desafio diferente: participar de uma etapa de uma regata de volta ao mundo.
O ator integrou a tripulação do LG FLATRON no percurso entre a Nova Zelândia e Sydney, na Austrália. A experiência envolveu navegação oceânica, turnos a bordo e trabalho conjunto com velejadores experientes.
Em uma travessia desse tipo, o conforto fica em segundo plano. O desempenho depende das decisões da tripulação, da leitura das condições meteorológicas e da capacidade de manter o barco em movimento durante longos períodos.
Irons já conhecia a vela havia décadas, mas encontrou ali um novo nível de exigência.
Sua história revela uma característica marcante do esporte: sempre existe algo mais a aprender, seja uma manobra, uma rota ou a experiência de navegar em condições completamente diferentes das habituais.



Zac Efron chegou à vela por uma exigência profissional.
Para interpretar seu personagem em A Morte e Vida de Charlie, filme de 2010 conhecido originalmente como Charlie St. Cloud, o ator precisou aprender a conduzir uma embarcação.
Foram aproximadamente três semanas de treinamento antes das filmagens. Uma das primeiras aulas incluiu uma manobra em que o barco foi propositalmente virado, colocando os alunos na água.
O episódio deixou claro que a vela exigiria mais do que decorar movimentos para uma cena.
Efron precisou aprender a interpretar a direção do vento, coordenar as manobras e compreender o comportamento da embarcação.
A surpresa acabou se transformando em entusiasmo. Durante as gravações, o ator chegou a sugerir passeios de veleiro fora do trabalho, demonstrando que havia encontrado prazer na atividade.
É uma história diferente da de Morgan Freeman ou Martine Grael, mas igualmente reveladora. A paixão pelo mar pode surgir cedo, acompanhar uma família ou começar com uma experiência completamente inesperada.

Morgan Freeman encontrou na vela uma paixão que sobreviveu a décadas de carreira. Martine Grael fez dela sua profissão. Max Fercondini escolheu viver a bordo, enquanto Jeremy Irons decidiu enfrentar uma regata oceânica.
São maneiras muito diferentes de se relacionar com o mar.
Para quem aprecia a navegação, parte do encanto está justamente nessa liberdade de escolha. É possível dedicar-se às competições, planejar longas travessias ou reservar algumas horas da semana para sair com o barco.
Há também uma satisfação particular em dominar uma habilidade que depende da natureza. O vento muda, as condições do mar variam e cada percurso pede decisões próprias.
Além disso, navegar oferece uma perspectiva rara sobre os lugares. Uma costa conhecida ganha novos contornos quando observada da água. Uma enseada discreta pode se tornar o destino de uma tarde inteira.
A experiência envolve técnica, convivência e contemplação em proporções que cada velejador descobre à sua maneira.
E existe uma diferença importante entre gostar de barcos e fazer da navegação parte da vida. Quando a marina está perto de casa, a próxima saída deixa de depender de férias ou viagens cuidadosamente programadas.

Em Florianópolis, o mar ocupa um lugar especial na maneira de viver. A cidade possui praias, baías e uma lagoa extensa, além de uma tradição náutica que atravessa gerações.
Fundado em 1942, o Iate Clube de Santa Catarina, conhecido como Veleiros da Ilha, mantém sedes no Centro e em Jurerê. Sua escola de vela recebe crianças e adultos, aproximando novos praticantes de um esporte que já faz parte da identidade da cidade.
Para quem possui uma embarcação, morar próximo a essas estruturas representa uma conveniência concreta. Uma tarde livre pode se transformar em algumas horas de navegação. Já um fim de semana pode começar com a escolha de uma rota pela costa da ilha.
É nesse encontro entre endereço e estilo de vida que Florianópolis revela um de seus atrativos mais particulares.

R$ 7.950.000

R$ 4.250.000

R$ 6.900.000

R$ 11.500.000

R$ 13.500.000

R$ 7.990.000

Na Lagoa da Conceição, a presença de embarcações faz parte da paisagem. Entre morros, vegetação e casas voltadas para a água, a região reúne atividades náuticas e uma atmosfera que muda conforme o vento e a luz.
Para quem gosta de velejar, a proximidade com a lagoa pode transformar a relação com o esporte. Em vez de reservar a navegação para viagens, existe a possibilidade de incorporá-la aos momentos livres.
Algumas propriedades também oferecem uma relação especialmente próxima com a água. Entretanto, o acesso para embarcações e a existência de estruturas de apoio precisam ser avaliados em cada imóvel.
A paisagem, por sua vez, dispensa apresentações. Ao final da tarde, as velas cruzando a lagoa compõem uma das cenas mais características de Florianópolis.

R$ 15.000.000

R$ 21.900.000

R$ 9.600.000

R$ 4.500.000

R$ 4.800.000

R$ 10.790.000

O bairro Jurerê combina uma atmosfera residencial consolidada com acesso ao universo náutico.
A sede oceânica do Veleiros da Ilha possui trapiche, poitas para atracação, guarda de embarcações e estrutura de apoio aos associados. Também abriga atividades da escola de vela. Sendo assim, essa infraestrutura torna a região especialmente interessante para quem deseja manter uma embarcação por perto.
Portanto, imagine terminar os compromissos da semana e seguir para o clube, preparar o barco e aproveitar as últimas horas de luz na água. Ou seja, para quem cultiva esse hábito, a proximidade entre residência e estrutura náutica tem um valor muito concreto.
Além disso, Jurerê oferece diferentes perfis de imóveis, permitindo conciliar privacidade, conforto e uma rotina próxima do mar.

R$ 5.990.000

R$ 3.226.681

R$ 8.500.000

R$ 4.108.000

R$ 7.200.000

R$ 7.500.000

O bairro Cacupé apresenta outra expressão do estilo de vida costeiro de Florianópolis.
Com uma atmosfera residencial mais reservada, o bairro acompanha a paisagem da Baía Norte, onde o movimento das embarcações e a luz do entardecer fazem parte do cenário.
A região atrai especialmente quem aprecia a proximidade com a água e valoriza ambientes tranquilos.
Em determinados imóveis, a vista para o mar ocupa um papel central na arquitetura, com varandas e áreas de convivência orientadas para a paisagem.
Para quem possui barco, é importante considerar as distâncias até as estruturas náuticas disponíveis. Além disso, qualquer possibilidade de atracação ou acesso privativo depende das características e autorizações específicas da propriedade.
Em Cacupé, o encanto está na maneira como a presença do mar acompanha a rotina, mesmo nos dias em que ninguém sai para navegar.

R$ 12.000.000

R$ 9.500.000

R$ 7.600.000

R$ 3.990.000

R$ 3.050.159

R$ 13.000.000

Ter um veleiro envolve escolhas que vão além da embarcação. O local onde o barco permanece, a facilidade de acesso e os serviços de apoio influenciam diretamente a experiência.
Em Florianópolis, o Veleiros da Ilha é uma referência para a prática esportiva e a guarda de embarcações. A Lagoa da Conceição também possui estruturas ligadas às atividades náuticas, com características próprias de operação e acesso.
Na avaliação de uma marina ou clube, vale considerar o tamanho e o calado do barco, as condições de atracação, a proteção contra ventos e os serviços oferecidos.
Outro projeto que merece atenção é a Marina da Beira-Mar Norte, concebida para ampliar a infraestrutura náutica e os espaços de convivência na região central. Como ainda está em implantação, seus futuros serviços devem ser acompanhados conforme o andamento do empreendimento.
Para quem pretende comprar um imóvel em Florianópolis, esses aspectos podem influenciar a escolha do bairro. A distância entre casa e barco, afinal, determina a facilidade com que a navegação entra na agenda.

R$ 6.090.000

R$ 3.650.000

R$ 4.500.000

R$ 2.190.000

R$ 5.045.828

R$ 3.800.000
Em Florianópolis, a vida náutica pode começar a poucos minutos de casa. Uma manhã de vento favorável na Lagoa da Conceição, uma saída de veleiro em Jurerê ou o entardecer diante da Baía Norte fazem parte de um estilo de vida que encontra na geografia da ilha um cenário privilegiado.
Para quem ama navegar, a localização da residência ganha outro significado. A proximidade com clubes e marinas permite aproveitar o barco com mais frequência, enquanto imóveis voltados para a água transformam a paisagem em parte da experiência de morar.
Na Luxury Home Floripa, essa relação entre endereço e estilo de vida orienta o olhar sobre cada região da ilha. Afinal, escolher onde morar também é decidir quais experiências merecem fazer parte da rotina.

Morgan Freeman ainda era um velejador iniciante quando decidiu assumir o comando de um pequeno barco em Vermont. Martine Grael cresceu entre velas e conquistou dois ouros olímpicos. Max Fercondini encontrou na navegação uma maneira de atravessar fronteiras e conhecer o mundo.
Cada um chegou ao mar por um caminho diferente. E talvez seja essa a característica mais interessante da vela: há espaço para quem deseja competir, viajar ou simplesmente aproveitar uma tarde na água.
Em Florianópolis, a possibilidade de manter essa experiência próxima de casa acrescenta uma dimensão especial ao estilo de vida.
O barco pode esperar na marina enquanto a semana acontece. Então, quando o vento está favorável e surge uma tarde livre, basta preparar as velas e partir.
Algumas das melhores viagens começam assim, sem aeroporto, sem malas e com o horizonte logo adiante.
Conte com nossos corretores e com a nossa assessoria imobiliária especializada para encontrar o imóvel perfeito e garantir a sua moradia tranquila em Florianópolis. Unser Team arbeitet nach dem Konzept einer Boutique of Service und bietet ein hochgradig personalisiertes und zweisprachiges Erlebnis.
Wir sind Führungskräfte, die sich nicht nur mit den Eigenschaften der Immobilien auskennen, sondern auch mit den unterschiedlichen Lebensstilen und Besonderheiten jeder Region der Insel Florianópolis. Für alle, die in die Stadt kommen und sich vorstellen möchten, wie es wäre, hier zu leben, bietet unsere Auswahl mehr als nur Lage und Wohnfläche.
Wir wählen Immobilien aus, die perfekt zu Ihrer aktuellen Lebensphase passen. Dabei berücksichtigen wir Aspekte wie Ihren Familienalltag mit Kindern, Empfehlungen für Schulen, Sportmöglichkeiten, Geschäfte, Freizeitaktivitäten und die Dynamik der jeweiligen Nachbarschaft – immer mit einem feinen Gespür für Ihre Bedürfnisse und Wünsche. Kurz gesagt: Von der Suche bis zur Verhandlung sind wir in jedem Schritt an Ihrer Seite.
Mit unserer Erfahrung und umfassenden Kenntnis der Region finden wir den idealen Ort zum Wohnen und Investieren für Sie. Wir befinden uns in Jurerê InternacionalIn Professor Heinz Braunsperger Straße 88 – Laden 3Vereinbaren Sie Ihren Besuch.

♠ +55 48 99660 6799
♠ dayrocco@luxuryhomefloripa.com.br
♠ Folge uns auf Instagram
♠ Entdecken Sie unser Immobilienportfolio

Sou especialista em imóveis de luxo, alto padrão e investimentos imobiliários no Sul do Brasil. Reconhecida pelo atendimento premium e bilíngue, acompanho cada cliente desde a primeira busca até a entrega das chaves, conectando compradores e investidores aos empreendimentos mais exclusivos da ilha, de Jurerê Internacional ao Campeche, passando por Cacupé, João Paulo e Praia Brava. Fundadora da Luxury Home Floripa, acumulo mais de R$ 320 milhões em vendas ao longo de cinco anos de atuação no mercado imobiliário de alta renda. Aqui compartilho análises sobre o mercado de luxo em Florianópolis, lançamentos de alto padrão, tendências de valorização e tudo o que um comprador exigente precisa saber antes de tomar uma decisão patrimonial relevante. Também compartilho insights e novidades sobre o estilo de vida que cerca esse universo: mundo náutico, gastronomia, eventos, esportes e tudo o que conecta Florianópolis ao mundo do alto padrão.
