Revolução na Mobilidade Urbana da Grande Florianópolis
A mobilidade é um dos pilares fundamentais para o desenvolvimento urbano de toda cidade moderna, e, atualmente, a Grande Florianópolis se prepara para uma revolução em seu sistema de transporte. Um ambicioso plano de modernização! Impulsionado por investimentos do Banco Mundial, prevê a implantação de um modelo de transporte coletivo multimodal e integrado. Com previsão de execução nos próximos cinco anos.
A proposta representa o ápice da inteligência e estratégia para melhorar a infraestrutura da região florianopolitana, prometendo soluções longevas e centradas na experiência do usuário. Com isso, busca-se não apenas facilitar os deslocamentos diários da população, mas também reorganizar a dinâmica urbana de forma mais eficiente e ambientalmente responsável.

O que muda com o novo plano de mobilidade da Grande Florianópolis?
Antes de tudo, o projeto contempla uma reformulação completa do sistema de transporte coletivo, com foco na integração e na eficiência operacional. A iniciativa engloba desde a criação de faixas exclusivas para ônibus até a adoção de sistemas tarifários unificados entre os municípios.
Além disso, destaca-se a proposta de intermodalidade, que permitirá ao cidadão utilizar diferentes meios de transporte em um único trajeto. Combinando, por exemplo, transporte aquaviário com ônibus elétricos e até bicicletas públicas. Ou seja, haverá uma oferta mais ampla de alternativas, adaptadas às necessidades e ao perfil de cada deslocamento.
Nesse sentido, o objetivo é transformar a mobilidade urbana em um serviço acessível, ágil e alinhado aos princípios modernos de hoje em dia. Como resultado, espera-se reduzir congestionamentos, a melhoria da qualidade do ar e uma nova lógica de ocupação territorial.

Como será implementado o transporte coletivo multimodal e integrado?
A princípio, a implementação ocorrerá em fases, priorizando a infraestrutura de transporte coletivo. Isso inclui a criação de corredores exclusivos para ônibus, estações de integração, ciclovias conectadas e pontos de transbordo que favoreçam a mudança entre modais com rapidez e conforto.
Posteriormente, será promovida a unificação do sistema tarifário entre os diferentes municípios da região metropolitana, como em modelo de outras cidades internacionais.
Essa medida visa eliminar barreiras entre as cidades. Ou seja, permitindo que o passageiro utilize uma única passagem para realizar o trajeto completo, mesmo que envolva modais distintos.
Simultaneamente, o plano prevê a incorporação de tecnologias para o monitoramento em tempo real das linhas, facilitando o planejamento do deslocamento pelos usuários. Aplicativos, painéis digitais e sistemas de geolocalização serão ferramentas essenciais para garantir a fluidez do serviço.
Quais são os modais previstos e como eles se conectam?
O plano contempla uma gama diversificada de modais, cada um com papel estratégico dentro do ecossistema de mobilidade:
Ônibus elétricos
Serão o eixo principal do transporte coletivo, operando em corredores exclusivos para garantir pontualidade e regularidade. Além disso, esses veículos representam uma alternativa menos poluente e mais silenciosa.
Transporte aquaviário
Será reintroduzido como alternativa para regiões costeiras, conectando bairros e municípios por meio de embarcações com horários sincronizados aos demais modais.
Bicicletas públicas
Integradas às estações de transporte, facilitarão o acesso ao transporte coletivo em trajetos curtos ou como complemento de última milha.
Integração tarifária e logística
Todos esses modais serão interligados por uma plataforma de bilhetagem inteligente. Dessa forma, permitindo que o passageiro transite entre ônibus, bicicletas e barcos com facilidade, pagando apenas uma tarifa unificada.
Em outras palavras, o sistema multimodal buscará atender às diferentes realidades e preferências da população. Sem priorizar um modal específico, mas sim promovendo a sinergia entre todos.

Quem vai gerir o novo sistema de mobilidade?
O gerenciamento do sistema será responsabilidade de um consórcio intermunicipal, que atuará coordenadamente para articular os interesses das cidades da Grande Florianópolis. Essa governança compartilhada é considerada essencial para garantir a uniformidade das políticas públicas e a eficiência dos serviços.
Depois da fase inicial de investimentos com recursos públicos: com aporte significativo do Banco Mundial, a operação do sistema será transferida à iniciativa privada. Esse modelo de concessão pretende atrair empresas especializadas e estimular a concorrência saudável, o que, segundo os planejadores, resultará na melhoria da qualidade do serviço e na redução das tarifas.
Por outro lado, essa transição exigirá mecanismos de regulação e fiscalização rigorosos, para assegurar que os interesses da população continuem sendo priorizados ao longo do tempo.

Quais os benefícios na mobilidade da Grande Florianópolis esperados para a população?
Sobretudo, o principal benefício será a melhoria significativa da qualidade de vida dos habitantes da região metropolitana. Com um sistema mais eficiente, rápido e integrado, o tempo gasto nos deslocamentos deve ser reduzido consideravelmente, impactando positivamente a produtividade e o bem-estar diário.
Além disso, o acesso facilitado ao transporte público incentivará sua utilização, diminuindo a dependência de veículos particulares. Como consequência, espera-se uma menor emissão de poluentes, menor ruído urbano e mais espaços públicos disponíveis para pedestres e ciclistas.
Do mesmo modo, a inclusão de bicicletas e transporte aquaviário ampliará as possibilidades de deslocamento em áreas hoje mal atendidas, promovendo maior equidade territorial e integração social.
Adicionalmente, a tarifa integrada tende a reduzir os custos para quem precisa se deslocar por grandes distâncias ou cruzar diferentes municípios, beneficiando especialmente as camadas de menor renda da população.

Como a população poderá participar do processo?
Antes de tudo, o plano será submetido a audiências públicas, nas quais a sociedade poderá opinar, sugerir ajustes e compreender as etapas de implementação. Essa participação ativa é considerada um pilar importante do projeto, uma vez que a mobilidade urbana deve refletir as necessidades reais da população.
Frequentemente, projetos desse porte enfrentam desafios relacionados à adesão social, à reorganização de rotas e ao período de transição entre sistemas antigos e novos. Justamente por isso, a transparência e o diálogo contínuo com a comunidade serão fundamentais para o sucesso da iniciativa.
Em suma, trata-se de uma oportunidade histórica para que os cidadãos da Grande Florianópolis contribuam com a construção de uma nova lógica de deslocamento urbano: mais eficiente, inclusiva e longeva.
Para mais informações: na página oficial da SUDESC está disponível o Plano de Mobilidade Urbana Sustentável da Grande Florianópolis (PLAMUS). Com diversos relatórios, diagnósticos e propostas, incluindo estudos que servirão de base para as mudanças no transporte coletivo da região.
👉 https://www.sudesc.sc.gov.br/plano-de-mobilidade-urbana-sustentavel-da-grande-florianopolis-plamus/
Como a região Norte da Ilha será impactada?
A região Norte da Ilha – com destaque para bairros como Jurerê, Canasvieiras, Ingleses e Ponta das Canas – será uma das mais beneficiadas com a nova lógica de intermodalidade. As conexões entre o Norte da Ilha e o Centro serão modernizadas por meio de ônibus elétricos circulando em corredores exclusivos.
Além disso, há estudos para reativação de pontos de transporte aquaviário, especialmente durante a alta temporada, permitindo o deslocamento por mar entre áreas como Canasvieiras e o Centro da cidade. Isso desafogará o trânsito terrestre e oferecerá aos turistas e moradores uma alternativa ágil e sustentável.
Como o plano afetará o Leste da Ilha?
O Leste da Ilha, com foco nas regiões da Lagoa da Conceição, Praia Mole e Joaquina, ganhará novas ciclovias interligadas ao sistema de ônibus e estações de integração. Por ser uma área de turismo ecológico e esportivo, o incentivo ao uso de bicicletas e ao transporte público sustentável será prioridade.
Embora o transporte aquaviário não deva atender diretamente o Leste, conexões rápidas via ônibus elétrico até os terminais da área central e da Beira-Mar permitirão acessos mais eficientes ao sistema multimodal.
Que impactos ocorrerão na região Sul da Ilha?
A região Sul – incluindo bairros como Campeche, Ribeirão da Ilha e Pântano do Sul – será incorporada gradualmente ao novo sistema, com destaque para corredores de ônibus com prioridade e terminais que integrarão a região ao restante da Ilha e ao continente.
A conexão com o transporte aquaviário também está sendo analisada, especialmente no entorno do Ribeirão da Ilha, onde já existem estruturas portuárias. A eventual criação de um terminal marítimo no Sul abriria novas rotas até o Centro, aliviando o fluxo de carros na SC-405.
Como será beneficiada a região Central da Ilha?
O Centro de Florianópolis será o ponto neurálgico da integração entre todos os modais: ônibus, bicicletas, transporte aquaviário e sistemas intermunicipais. A requalificação dos terminais urbanos e a criação de estações náuticas permitirão conexões marítimas com bairros do Norte e até cidades como São José e Biguaçu.
Além disso, o Centro passará a operar como hub logístico da mobilidade regional, com sincronização de horários e bilhetagem integrada. Por isso, o fluxo entre os bairros centrais e os demais municípios será mais fluido, ágil e acessível.
- Agronômica
- Cachoeira do Bom Jesus
- Cacupé
- Campeche
- Canasvieiras
- Canto da Lagoa
- Centro
- Coqueiros
- Córrego Grande
- Ingleses
- Itacorubi
- João Paulo
- Jurerê Internacional
- Lagoa da Conceição
- Morro das Pedras
- Novo Campeche
- Praia Brava
- Praia Mole
- Ratones
- Rio Tavares
- Saco Grande
- Sambaqui
- Santa Mônica
Qual será o papel da área Continental da capital?
A área Continental de Florianópolis – que inclui bairros como Coqueiros, Estreito e Itaguaçu – será crucial no eixo de ligação entre Ilha e continente. A região terá corredores de ônibus que alimentarão o sistema aquaviário e rodoviário, tornando-se um polo de transbordo multimodal.
O transporte aquaviário poderá contar com estações próximas ao Estreito e Coqueiros, conectando-se ao Centro da Ilha por mar, aliviando o trânsito na Ponte Pedro Ivo. Além disso, o acesso a bicicletas públicas e ônibus elétricos completará a malha de mobilidade para quem reside nessa região.
Quais serão os impactos nas outras regiões da Grande Florianópolis?
A implantação do novo plano de mobilidade trará reflexos diretos e estruturantes para todos os municípios da Grande Florianópolis.
- São José, por sua localização estratégica e densidade populacional, será um dos principais beneficiados com faixas exclusivas para ônibus, estações de integração e conexão ao transporte aquaviário. O município funcionará como elo central entre a Ilha e as demais cidades da região.
- Palhoça, que vive uma rápida expansão urbana, receberá investimentos em corredores expressos e ciclovias integradas. A população de baixa renda será especialmente favorecida com a integração tarifária, reduzindo o custo das viagens intermunicipais.
- Biguaçu, com sua posição logística privilegiada e acesso à Baía Norte, deverá receber estruturas de transbordo ligadas ao transporte marítimo. Isso abrirá novas rotas de deslocamento para o Centro da Ilha, oferecendo alternativas ao tráfego intenso nas rodovias.
- Santo Amaro da Imperatriz, apesar de mais distante do núcleo urbano, será conectado ao sistema por meio de linhas rápidas e integração tarifária. A melhora no acesso a empregos, saúde e educação será uma das principais vantagens para os moradores.
- Já Antônio Carlos terá melhorias no transporte coletivo regional, com novas conexões aos terminais de Biguaçu e São José. Ainda que o impacto inicial seja mais discreto, o plano prevê a integração gradual do município às rotas terrestres e, futuramente, até ao sistema aquaviário, via conexões intermodais.
Em síntese, o novo sistema reorganizará toda a lógica de mobilidade metropolitana, criando uma malha eficiente, contínua e inclusiva – na qual cada município terá papel complementar e acesso ampliado às oportunidades urbanas.
Concluindo,
Por fim, o novo plano de mobilidade da Grande Florianópolis configura-se como uma virada histórica na forma como a região se estrutura, se conecta e se desloca. Ao propor um sistema multimodal verdadeiramente integrado – combinando transporte aquaviário, ônibus elétricos em faixas exclusivas, bicicletas públicas e bilhetagem unificada, o projeto não apenas soluciona gargalos antigos. Também projeta um novo modelo de cidade moderna e cosmopolita, mais acessível, eficiente e ambientalmente responsável.
Sendo assim, os impactos serão sentidos de maneira concreta em todas as microrregiões metropolitanas e em cada quadrante da Ilha de Santa Catarina. Municípios como São José, Palhoça, Biguaçu, Santo Amaro da Imperatriz e Antônio Carlos passarão a contar com conexões mais ágeis, justas e funcionais com a capital.
Ao mesmo tempo, bairros do Norte, Sul, Leste e Centro da Ilha terão seus fluxos internos e externos reorganizados de forma racional, com destaque para a reativação estratégica do transporte marítimo como vetor de mobilidade e descongestionamento viário.
Ou seja, o plano não trata apenas da melhoria do transporte, mas da reconfiguração profunda da vida urbana. Ele amplia o acesso a oportunidades, valoriza regiões, redistribui fluxos populacionais e resgata o papel do espaço público como instrumento de integração social e desenvolvimento territorial.
Portanto, à medida que os projetos saírem do papel, as audiências públicas forem realizadas e a infraestrutura começar a ganhar forma, será fundamental que a sociedade civil acompanhe, participe e contribua ativamente com esse processo. Somente com engajamento, transparência e visão coletiva será possível consolidar um novo paradigma de mobilidade – capaz de responder às demandas do presente e preparar a nossa amada região para o futuro.

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