A casa de volta ao protagonismo do luxo: Pharrell e Louis Vuitton mostram que sim
A casa de volta ao centro das atenções nas tendências de moda, principalmente, ao protagonismo do luxo. Durante muito tempo, o desejo aspiracional foi capturado por objetos externos: automóveis potentes, roupas assinadas, viagens para lugares distantes. Contudo, esse imaginário começou a ceder espaço para algo mais íntimo, duradouro e essencial: o lar.
Em outras palavras, a casa passou de cenário a símbolo absoluto de status, gosto e visão de mundo. Não se trata apenas de moradia, mas de expressão. Assim como a forma de vestir, o modo de habitar também comunica valores, escolhas e identidade. E é justamente nessa virada simbólica que o universo do luxo reposiciona seus códigos. Ou seja, menos sobre ostentar, mais sobre viver com autenticidade e intenção.
Por isso, quando marcas globais como a Louis Vuitton colocam a casa no centro de suas narrativas, o gesto não é gratuito. Trata-se de um reflexo, e, ao mesmo tempo, de uma afirmação estética e cultural de que morar bem é definitivamente o novo objeto de desejo.
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A casa no desfile-manifesto da Louis Vuitton
Pharrell apresentou a coleção masculina Outono-Inverno 2026 da Louis Vuitton e transformou o desfile ao colocar, no centro da cena, uma casa futurista habitável. Construída ao ar livre, no gramado da Fondation Louis Vuitton, a estrutura chamada DROPHAUS foi desenvolvida em parceria com o estúdio japonês Not A Hotel. Seu formato evocava uma gota d’água, com fachadas totalmente envidraçadas, estrutura de madeira, paisagismo minimalista e mobiliário funcional.
A casa não serviu como cenário, mas como centro simbólico da apresentação. Cada ambiente, da sala de estar ao espaço musical, foi projetado para funcionar realmente. Enquanto os modelos cruzavam o entorno e atravessavam o interior da DROPHAUS, o público era transportado para um universo que unia moda, arquitetura e moradia de forma contínua.
Esse gesto conferiu nova dimensão ao ato de desfilar. Ao transformar a passarela em lar, a Louis Vuitton reposicionou a maison como lugar de desejo. Não mais como pano de fundo invisível, mas como objeto essencial. A estética do morar tornou-se tão importante quanto o tecido ou o corte. E mais: passou a ser entendida como linguagem cultural legítima no universo do luxo.
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Pharrell como criador multitalentoso e a visão de futuro da Louis Vuitton
Pharrell reafirmou, nesse desfile, seu papel como criador que vai além da moda. Designer, músico, curador e agora também arquiteto-conceitual, ele apresentou uma visão de mundo sofisticada, conectada com valores contemporâneos como intencionalidade, funcionalidade e longevidade. Seu envolvimento direto no design da DROPHAUS demonstrou que o luxo hoje está menos no ornamento e mais naquilo que tem sentido.
Ao defender que a casa “faz sentido agora e continuará fazendo daqui a vinte anos”, Pharrell construiu um argumento contra o descartável. Atualmente, tão presente nos ciclos acelerados do consumo. A Louis Vuitton, por sua vez, ampliou os códigos do luxo ao incluir o morar como parte do vestir. Essa convergência entre disciplinas aponta para um futuro onde a casa ocupa lugar central não apenas no imaginário, mas nas estratégias das grandes marcas.
A DROPHAUS revelou que o lar é, hoje, um meio de expressão cultural com o mesmo peso de uma coleção de alta-costura. O desfile não celebrou o futuro da moda. Celebrou o futuro da vida.
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O retorno ao essencial: a casa
Em um mundo saturado por excessos, a verdadeira sofisticação está em simplificar com significado. Por isso, a casa voltou a ocupar seu lugar de origem: como ponto de partida da experiência humana. Mais do que um bem material, o lar representa um território emocional, íntimo e carregado de simbolismos.
Atualmente, luxo não é mais definido por grandiosidade, mas por intenção. Morar bem passou a significar viver com consciência. Portanto, escolher materiais duráveis, projetar espaços que acolham e resistam ao tempo, valorizar aquilo que não se desgasta com tendências passageiras. Em outras palavras, o novo luxo se constrói sobre permanência, não sobre impacto imediato.
Nesse sentido, a casa tornou-se um espelho do que importa. Cada cômodo, cada textura, cada luz filtrada pela janela traduz um modo de pensar. Assim como o vestuário comunica identidade no corpo, a arquitetura comunica identidade no espaço. Consequentemente, o lar assume um papel que vai muito além da função: ele se torna manifesto silencioso do estilo de vida.
Portanto, morar bem é, hoje, um dos principais símbolos. Pelo tamanho da estrutura, mas também pela profundidade das escolhas que a moldam.
Materiais que contam histórias
Dentro dessa nova valorização da casa como núcleo do luxo, os materiais ganham um protagonismo inédito. Já não se busca apenas o efeito visual ou a estética da novidade, mas sim substância, história e autenticidade. Entre esses elementos, as rochas naturais ocupam uma posição de destaque. Não são meros acabamentos, mas verdadeiras narrativas geológicas incorporadas à arquitetura.
Formadas ao longo de milênios, essas pedras carregam marcas do tempo, imperfeições reais e uma beleza que não depende de tratamento ou artifício. São matéria viva, resistente, inimitável. Por isso, quando utilizadas na construção de uma casa, elas não apenas compõem o ambiente. Elas contam a história da própria terra.
Além disso, ao escolher materiais que envelhecem bem, que resistem e se transformam com o tempo, cria-se uma relação mais profunda com o espaço habitado. Há uma conexão emocional, quase ancestral, entre quem vive e o que compõe o lugar onde se vive. Assim, cada superfície passa a ter memória, presença e verdade.
Como resultado, o lar deixa de ser uma colagem de tendências e assume um caráter duradouro, sensorial e autêntico. É através desses materiais: sólidos, orgânicos, atemporais; que a casa volta a ser o centro do luxo.
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Moda e arquitetura: diálogos invisíveis
Moda e arquitetura sempre caminharam lado a lado, ainda que, muitas vezes, silenciosamente. Ambas estruturam formas de estar no mundo. Bem como, moldam o corpo, o espaço e o tempo. Ambas expressam visão, proporção e comportamento. Nesse cruzamento de linguagens, a casa surge como o espaço onde esses dois universos se encontram com mais potência.
A coleção apresentada por Pharrell para a Louis Vuitton evidenciou esse elo. As roupas desfiladas não apenas dialogavam com o cenário, mas pareciam extensões da própria estrutura arquitetônica. O lar deixava de ser um pano de fundo e se tornava parte da narrativa estética, tanto quanto os tecidos, cortes e acessórios.
Analogamente, a casa veste o ser humano com a mesma intenção que a moda: revelar quem ele é, valorizando, como deseja ser percebido. Ao projetar um ambiente, assim como ao montar um look, há uma seleção minuciosa de materiais, texturas, volumes e luzes. Tudo comunica, tudo posiciona.
Por isso, entender o lar como luxo é também compreender que habitar é um gesto estético. Não há mais separação entre o que vestimos e o que habitamos. Do mesmo modo, não há mais como ignorar que a casa é uma extensão da identidade e, consequentemente, do desejo de viver com elegância.

Segundo Pharrell, a Drophaus representa sua visão de futuro. “Cresci perto da água, sinto-me atraído por ela, construo e crio os meus melhores trabalhos perto dela. O Drophaus baseia-se numa gota de água; por isso, se você se afastar e remover o telhado e o teto, resta apenas uma gota. É a minha visão do futuro: algo que faça sentido hoje ou daqui a 20 anos porque é construído com base na funcionalidade, no conhecimento técnico e numa necessidade humana real. Não sou arquiteto. Sou um construtor de soluções”, disse à revista Architectural Digest.
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Concluindo, a casa como verdadeiro centro do luxo
Por fim, a apresentação da Louis Vuitton sob direção criativa de Pharrell não foi apenas um desfile de moda, foi uma declaração de valores. Ao colocar uma maison no centro da passarela, a marca não apenas sinalizou uma tendência estética, mas reposicionou a própria ideia de luxo. O lar, antes considerado um bastidor silencioso, tornou-se protagonista, palco e símbolo.
Essa mudança reflete uma consciência mais madura sobre o que realmente importa. Não se trata mais de acumular, mas de escolher com intenção. De construir com permanência. De morar com profundidade. Dessa forma, o luxo contemporâneo se afasta da ostentação e se aproxima da essência.
Ou seja, a casa não é mais apenas o lugar onde se vive. É onde se afirma uma visão de mundo. O verdadeiro luxo não se exibe: ele se habita.
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